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Osmose reversa ajuda a possibilitar os hotéis-bolha, nova tendência de viagem

Processo de osmose reversa ajuda a economizar água e é uma das medidas de sustentabilidade dos hotéis-bolha, a nova tendência das hospedagens A osmose reversa está presente nos mais diversos setores e atividades, ajudando na economia e sustentabilidade de várias indústrias. Isso você já sabe. Mas você sabia que a osmose reversa pode até mesmo […]

Processo de osmose reversa ajuda a economizar água e é uma das medidas de sustentabilidade dos hotéis-bolha, a nova tendência das hospedagens

A osmose reversa está presente nos mais diversos setores e atividades, ajudando na economia e sustentabilidade de várias indústrias. Isso você já sabe. Mas você sabia que a osmose reversa pode até mesmo ajudar você a ter uma hospedagem incrível em meio à natureza na sua próxima viagem? Isso mesmo: os processos de osmose reversa podem ser utilizados em um tipo novo de hospedagem que está fazendo bastante sucesso nos últimos anos: os hotéis-bolha.

Bolha de tranquilidade

Como bem sabemos, as viagens e os passeios se tornaram muito mais difíceis em 2020 em função da pandemia. Além do deslocamento, encontrar um lugar seguro para ficar ficou mais difícil. Uma alternativa aos hotéis tradicionais que ganhou muitos adeptos nesse período foram os hotéis-bolha. Criado há alguns anos, esse tipo de hotel oferece uma experiência muito mais intimista e ligada à natureza – e o mais importante nesse momento: eles são completamente isolados de qualquer contato humano.

Espalhados por todo o mundo, os hotéis-bolha são caracterizados por quartos isolados em meio a paisagens naturais, verdadeiras bolhas de isolamento para curtir a natureza e a companhia. 

Sustentabilidade em alta

Eles também possuem outra grande vantagem: são muito mais sustentáveis do que qualquer outra opção de hospedagem. A sua construção requer um uso mínimo de tijolos, madeira e concreto, sem contar os gastos de energia, com emissões de carbono geralmente zeradas durante o processo de construção. Por serem construídos em meio à natureza, há também uma preocupação para que estes quartos se adequem e não prejudiquem o ambiente onde estão inseridos.

É o caso, por exemplo, do Kachi Lodge, que fica em uma área completamente remota da Bolívia, instalado em um salar. Entre as soluções sustentáveis, há uma espécie de fogão instalado em cada domo, alimentado com resíduos de madeira compactada, para manter o aquecimento, painéis solares que aquecem a água e recarregam baterias, fazendo o hotel todo ter eficiência energética, e um sistema de filtragem de água de circuito fechado exclusivo, usando osmose reversa, que reduz o consumo de água.

As possibilidades dos hotéis-bolha são incontáveis: desde dormir e acordar com paisagens incríveis, até assistir de perto animais selvagens em seu habitat natural – tudo isso de maneira sustentável e com foco no reaproveitamento.

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